•Terça-feira, Dezembro 09, 2008
A Fazenda Santa Marta é um lugar de marcado por conflitos e conquistas. Tem uma área de aproximadamente 1200 hectares na região oeste de Santa Maria (RS) que foi desapropriada pelo Estado do Rio Grande do Sul em 1978 e que nos anos de 1980, teve 39 hectares utilizados para a construção da Cohab Santa Marta.
Em 1984, foi autorizada a doação (cf. Lei Estadual 7933/1984) de aproximadamente 340 hectares para a Companhia de Habitação do Estado do Rio Grande do Sul – Cohab a fim de que fosse construído, no prazo de 05 anos, um onjunto residencial, o que não se efetivou, fazendo valer a pena de retorno de domínio da área para o Estado do Rio Grande do Sul.
O não cumprimento dessa promessa em favor de moradias populares foi um dos motivos pelos quais, no dia 7 de dezembro de 1991, famílias integrantes do Movimento Nacional de Luta pela Moradia, ocuparam uma área da Fazenda Santa Marta.
A comunidade da Nova Santa Marta "ocupação ocorrida em terras públicas na história do estado do Rio Grande do Sul, constitui-se num marco para as classes populares, sobretudo para os movimentos de luta pela moradia” (Botega, op.cit., p.59).
Se você tem mais informações, notícias, fotos... sobre a história da Nova Santa Marta mande um e-mail para: snvanessa@gmail.com
Em 1984, foi autorizada a doação (cf. Lei Estadual 7933/1984) de aproximadamente 340 hectares para a Companhia de Habitação do Estado do Rio Grande do Sul – Cohab a fim de que fosse construído, no prazo de 05 anos, um onjunto residencial, o que não se efetivou, fazendo valer a pena de retorno de domínio da área para o Estado do Rio Grande do Sul.
O não cumprimento dessa promessa em favor de moradias populares foi um dos motivos pelos quais, no dia 7 de dezembro de 1991, famílias integrantes do Movimento Nacional de Luta pela Moradia, ocuparam uma área da Fazenda Santa Marta.
A comunidade da Nova Santa Marta "ocupação ocorrida em terras públicas na história do estado do Rio Grande do Sul, constitui-se num marco para as classes populares, sobretudo para os movimentos de luta pela moradia” (Botega, op.cit., p.59).
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